Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019
Política

Placar de 6 a 2 livra vereadores de cassação

Publicada em 04/09/19 às 15:08h - 91 visualizações

por Marcos Roberto


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Poucas pessoas acompanharam a sessão desta terça-feira (03)  (Foto: Marcos Roberto)
Por 6 votos a 2, os vereadores de Monte Aprazível rejeitaram o pedido de cassação de quatro parlamentares da cidade.

Ailto Faria (PV), Jean Winícios, (PSC) João Célio Ferreira, (PSDB) e Marco Aurélio Maset (PDT) foram denunciados por quebra de decoro parlamentar, infração político administrativa e dano ao erário público.

Nim Martins (PHS) suplente de Leto Maset, Bruno Rocha (PTB) suplente de João Célio Ferreira, Professora Adriana (PSD) suplente do Jean Winícius e Nando Cera (PR) suplente de Ailto Faria foram convocados para a sessão.

Bruno Rocha, suplente do vereador Lelo Maset disse que analisou a denúncia e conversou com a população e disse que a câmara precisa ser respeitada.

“A Câmara é uma casa onde de discuti ideias e pontos de vista e o grupo não está tendo respeito um ao outro. Sou professor e sei punir uma criança quando ela erra e se estamos aqui, tem lei e se a lei tem penalidade, então vamos analisar. Voto não é só interesse próprio a omissão dele também”, disse Bruno.

Nercídio Martins, Nim Martins falou que se sentiu um palhaço e que ele não precisava ser convocado, pois tudo estava combinado.

“Perdi meu tempo vendo documentos e quando cheguei, fui informado pelo vereador Marcio Troiano e pelo presidente da Valcenir, que estava ao lado, que já estava tudo decido e não iria passar (a denúncia). Infelizmente achei que era só em Brasília que existia isso, mas em Monte Aprazível também”, disse Nim.

O vereador Donaldo Paiola disse que não iria descordar das palavras de Nim e Bruno, mas que os projetos são sempre discutidos e que reuniões acontecem em todos os lugares.

“Precisamos sim dar um basta, mas, quem me garante que dando uma sequencia na denuncia. Terminamos uma e outras podem vir e assim vamos. Não podemos ficar de picuinhas e a câmara parada. Ninguém ficará impune se realmente cometerem fatos que necessitem de apuração”, disse Donaldo.

Danilo Cesar, julgou seus pares, disse que os vereadores tem que seguir as leis e analisar o quanto os atos vão pesar nos ombros da sociedade.

“Infelizmente essa câmara começou com diálogo mais amistoso e com o tempo, um muro foi construindo por tão pouco e o diálogo acabou. Tenho a esperança que podemos caminhar juntos e estas barreiras que foram criadas poderão ser derrubas”, disse Danilo.

O presidente da Câmara Valcenir de Abreu disse foi sempre transparente durante e o placar não foi o que muitos queriam.

Sobre a denuncia do suplente Nim Martins, dizendo que estava tudo combinado, a história não foi bem do jeito que ele falou na tribuna, disse Valcenir.

“Ele (Nim) chegou na cozinha para tomar café e perguntou para o Marcio como seria a votação e o Marcio que disse quer paz e trabalhar e pelo jeito vamos rejeitar no voto. Eu não disse uma palavra.  Foi uma conversa entre os vereadores e saiu a decisão e não estava nada armado”, disse Valcenir.

Votaram pela rejeição da abertura da CEI: Professora Adriana, Danilo Cesar, Donaldo Paiola, Nando Cera, Jacó Brite e Marcio Troiano.  

Nim Martins e Bruno Rocha votaram para aceitar a denúncia



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